O centro cirúrgico representa o ambiente de maior complexidade tecnológica e risco biológico dentro de um hospital. As mesas de operação são cercadas por equipamentos eletrônicos sensíveis. Nesse tipo de espaço, um fenômeno físico representa uma ameaça constante: a Descarga Eletrostática.
Para neutralizar esse risco, é necessário utilizar revestimentos específicos. O piso condutivo deixa de atuar apenas como acabamento, para funcionar também como um equipamento ativo de proteção elétrica.
A Fast Decor detalha a mecânica dessa tecnologia e o motivo pelo qual linhas de alta performance, como o Tarkett iQ Toro, dominam a escolha quando o assunto é blocos cirúrgicos e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
A eletricidade estática acumula-se continuamente pelo atrito. O movimento dos profissionais de saúde caminhando pelo centro cirúrgico e o movimento das macas geram cargas elétricas.
A ESD pode descalibrar microprocessadores de monitores cardíacos, reiniciar respiradores mecânicos ou causar o mau funcionamento momentâneo de bisturis elétricos. Além do dano aos equipamentos, a presença de gases anestésicos e oxigênio puro eleva o risco de incêndio causado por faíscas. A eliminação da ESD protege a operação e a vida do paciente na mesa cirúrgica.
A função primária de um piso condutivo é capturar a carga eletrostática gerada no ambiente e drená-la de forma segura e imediata para a terra, impedindo o acúmulo no corpo ou nos maquinários. A linha iQ Toro SC, desenvolvida pela Tarkett e instalada pela Fast Decor, executa essa função por meio de uma estrutura complexa.
O material é um piso vinílico homogêneo. Durante a fabricação, partículas de carbono condutivo são distribuídas de forma simétrica por toda a espessura da massa do produto.
O bloco cirúrgico exige níveis máximos de controle de infecção. A linha iQ Toro SC atende aos critérios da RDC-50 da Anvisa, referentes à superfície monolítica e resistência química. As emendas são soldadas a quente, garantindo a mesma performance elétrica e barreira sanitária em toda a extensão da sala.
O diferencial econômico e operacional da tecnologia iQ está no sistema de manutenção. O tratamento de sua superfície permite o processo de polimento a seco.
A especificação de um revestimento condutivo de alta tecnologia representa um investimento direto na minimização de riscos. O custo de um monitor multiparamétrico ou de uma central de anestesia danificados por ESD supera rapidamente a diferença de preço entre um piso clínico comum e o sistema iQ Toro SC.
A Fast Decor posiciona essa solução como o padrão-ouro para áreas de controle elétrico rigoroso. A entrega técnica do sistema condutivo certificado blinda o hospital contra questões jurídicas decorrentes de falhas em equipamentos e consolida a segurança contínua do fluxo de procedimentos complexos.
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